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Receita de quentão


Nesse inverno, que as vezes parece verão (mas tudo bem), é tradição aqui no sul o povo fazer o tal do quentão nas festas juninas.

Aqui em casa sempre sai um, principalmente quando esfria à noite. A receita de um bom quentão de vinho é:

Ingredientes:
1 garrafa de vinho tinto suave
1 xícara de açúcar
canela em pau
gengibre
cravo da índia
raspas de casca de limão ou laranja
Como fazer:
Coloquem o açúcar numa panela e levem ao fogo baixo. Juntem o gengibre e mexam bem até começar a derreter.

Olha só, eu vou falar uma coisa bem sério aqui: cuidado pra não deixar isso queimar hein seus toupeiras. Eu sei que vocês ficam prestando atenção na novela e depois a cozinha tá igual uma sauna de tanta fumaça. Não digam que não avisei.

Tá. Depois que começou a derreter, vocês podem jogar o vinho e o restante dos ingredientes e deixar até ferver. Depois que ferver é só desligar o fogo, coar e servir.

Se ficar muito forte da pra colocar um pouco de água. Aos poucos, pra não ficar aguado.

É isso aí. Não sacou? Comenta aí embaixo que eu tento responder.

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Garrafa Pet | Flores


Materiais

 ◦Garrafas PET
◦Tampinhas variadas
◦Palitos para churrasco
◦Fita mimosa
◦Verniz acrílico brilhante
◦Tinta acrílica verde, branca e preta
◦Giz de cera vermelho para as bochechas
◦Cola quente

Modo de preparo

◦ Pintar carinhas nas tampinhas, deixe secar e passe verniz.
◦ Pintar os palitos de churrasco de verde, deixar secar e passar verniz.
◦ Cortar os fundos das garrafas PET e colar as carinhas feitas de tampinha com a cola quente no centro da garrafa, formando flores.
◦ Fazer lacinhos com a fita mimosa e colar nas flores.
◦ Colar o palito de churrasco nas costas das flores.
◦ Fazer folhas com garrafas verdes, e colar com cola quente.

Artes Leca

Tomate x Câncer



Use e abuse do molho de tomate. Cientistas descobriram uma relação do tomate e derivados – os molhos, sucos, pasta, catchup – com a redução do risco de vários tipos de câncer.

Os produtos a base de tomate são ricos em licopeno, um componente (carotenóide) que dá a cor vermelha ao tomate com propriedades anticancerígenas. Entre os carontenóides conhecidos, estão aqueles com atividade pró-vitamina A: o alfa-caroteno e o beta-caroteno.

O licopeno tem uma atidade antioxidante dez vezes maior que o beta-caroteno. Acredita-se que o licopeno pode reduzir em até 50% o risco de câncer de próstata em humanos e também há a possibilidade dessa substância atuar contra o câncer de esôfago, mama, pulmão e pele.

Os cientistas descobriram, ainda, que o tomate em forma de molho tem maior biodisponibilidade do licopeno. Ou seja, consumo do produto aumenta a concentração da substância no sangue.

História do Natal: origem e curiosidades



A celebração do Natal antecede o cristianismo em cerca de 2000 anos.

Tudo começou com um antigo festival mesopotânico que simbolizava a passagem de um ano para outro, o Zagmuk.

Para os mesopotânios, o Ano Novo representava uma grande crise. Devido à chegada do inverno, eles acreditavam que os monstros do caos enfureciam-se e Marduk, o seu principal deus, era preciso derrotá-los para preservar a continuidade da vida na Terra. O festival de Ano Novo, que durava 12 dias, era realizado para ajudar Marduk em sua batalha. A tradição dizia que o rei devia morrer no fim do ano para, ao lado de Marduk, ajudá-lo em sua luta. Para poupar o rei, um criminoso era vestido com as suas roupas e tratado com todos os privilégios do monarca, sendo morto levava todos os pecados do povo consigo. Assim, a ordem era restabelecida.

Um ritual semelhante era realizado pelos persas e babilónios. Chamado de Sacae, a versão também contava com escravos que tomavam o lugar dos seus mestres.

A Mesopotâmea, chamada de mãe da civilização, inspirou a cultura de muitos povos, como os gregos, que englobaram as raízes do festival, celebrando a luta de Zeus contra o titã Cronos.

Mais tarde, através da Grécia, o costume alcançou os romanos, sendo absorvido pelo festival de nome Saturnalia (em homenagem a Saturno). A festa começava no dia 17 de dezembro e ia até o 1º de Janeiro, comemorava-se o Solstício do inverno. De acordo com seus cálculos, o dia 25 era a data em que o Sol se encontrava mais fraco, porém pronto para recomeçar a crescer e trazer vida às coisas da Terra. Durante a data, que acabou conhecida como o Dia do Nascimento do Sol Invicto, as escolas eram fechadas e ninguém trabalhava, eram realizadas festas nas ruas, grandes jantares eram oferecidos aos amigos e árvores verdes – ornamentadas com galhos de loureiros e iluminadas por muitas velas – enfeitavam as salas para espantar os maus espíritos da escuridão. Os mesmos objectos eram usados para presentear uns aos outros.

Apenas após a cristianização do Império Romano, o 25 de dezembro passou a ser a celebração do nascimento de Cristo. Conta a Bíblia que um anjo, ao visitar Maria, disse que ela daria a luz ao filho de Deus e que seu nome seria Jesus. Quando Maria estava prestes a ter o bebé, o casal viajou de Nazaré, onde viviam, para Belém a fim de realizar um recenseamento solicitado pelo imperador, chegando na cidade na noite de Natal. Como não encontraram nenhum lugar com vagas para passar a noite, eles tiveram de ficar no estábulo de uma estalagem. E ali mesmo, entre bois e cabras, Jesus nasceu, sendo enrolado com panos e deitado numa manjedoura.

Pastores que estavam com os seus rebanhos próximo do local foram avisados por um anjo e visitaram o bebé. Três reis magos que viajavam há dias seguindo a estrela guia igualmente encontraram o lugar e ofereceram presentes ao menino: ouro, mirra e incenso, voltando depois para seus reinos e espalharam a notícia de que havia nascido o filho de Deus.

A maior parte dos historiadores afirma que o primeiro Natal como conhecemos hoje foi celebrado no ano 336 d.C.. A troca de presentes passou a simbolizar as ofertas feitas pelos três reis magos ao menino Jesus, assim como outros rituais também foram adaptados.

Hoje, as tradições de Natal diferem de acordo com os costumes de cada país.

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Dicas para trabalhar com MDF


• Lixe sempre a peça antes de pintá-la, e retire o pó com um pano seco

• Passe uma mão de tinta branca ou base acrílica antes de pintar a peça

• Se não tiver espátula, use um cartão de crédito velho

• Lave bem os pincéis, nunca deixe-os de molho com as cerdas para baixo, pode deformar as cerdas

• Uma vez por mês lave com água morna e shampoo

• As tintas mais escuras são as que exigem mais de mãos

Como cortar rolhas para fazer artesanato


Vamos aprender mais um pulo do gato? Você sabe como cortar rolhas para fazer seus trabalhos de artesanato? Vamos aprender o segredo simples que facilita muito esse processo e permite que você crie muitas peças com lâminas finas de rolhas.

01. Prepare as rolhas que deseja utilizar dentro de uma panela rasa ou frigideira. Eu coloquei dentro de uma peneira de metal, que fica bem mais simples.

02. Coloque um peso sobre elas para mante-las sempre em baixo. Eu usei uma pequena tampa.

03. Cubra as rolhas com água fervente.


04. Aguarde 10 minutos até as rolhas absorverem bastante água.

05. Retire uma rolha de cada vez da água e corte com uma faca bem afiada no formato desejado.

Se você precisar de lâminas bem finas, umidecendo a rolha em água quente será possível conseguir essa espessura.

É isso aí gente, o grande segredo para trabalhar rolhas sem que elas esfarelem ou cortem de forma torta, é deixa-las de molho na água quente por uns 10 minutos.

Com as rolhas úmidas podemos cortar nos formatos desejados sem estragar a cortiça.

A dica vale também para as rolhas que você deseja usar pra tampar garrafas mas que não entram no gargalo de jeito nenhum, confiram.

Quer mais sugestões de como usar rolhas em peças para sua casa? Clique e leia: Rolhas, como usar.
Créditos: O artigo foi retirado do blog Vila do Artesão. http://www.viladoartesao.com.br/blog/2011/07/como-cortar-rolhas-para-fazer-artesanato/
Fotos: Cris Turek
Fonte: Vila do Artesão

Artesanato Caixa forrada no Sabor de Vida


A artesã Raquel Antunes ensina a fazer uma linda caixa de papelão forrada com tecido no programa SABOR DE VIDA da REDE APARECIDA.

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